domingo, 25 de setembro de 2011
Cesare Battisti - Mãe Itália, Pai Brasil
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Drogas - Por quê descriminá-las?
Está-se discutindo a legalização do uso da maconha, e dos adeptos a legalização está o líder do PT na câmara dos deputados, Paulo Texeira, assim como o ex-presidente da república Fernando Henrique Cardoso que em entrevista recente ao programa Fantástico se colocou que a a favor da descriminalização do uso de drogas e da legalização do uso da maconha, colocando como benéfica tanto para os usuários como para o próprio governo, a bem dizer, o poder de segurança pública. Segundo o ex-presidente, ele próprio fez uma pesquisa de campo em países europeus como na Holanda, onde a maconha é vendida e consumida livremente com o controle rígido do governo.
Fernando Henrique, dentre outros militantes à descriminalização da maconha, acreditam que regularizando seu uso, haverá maior controle de onde seria comercializado, por quem seria comercializado e o seu consumo. Vale lembrar que a pouco mais de um ano, o Brasil alternou a penalização de prisão para penas alternativas para o usuário, e que pequenos traficantes, tentam fazer uso desse artigo para fugirem da punição criminal. O que está sendo ressaltado é onde será vendido com o controle do geverno, que em vez de serem por traficantes, seria por meras tabacarias, tentando minar a figura do traficante e minar o interesse dos jovens e adolescentes, haja vistonão ser mais proibido. Mas esta lógica se deu, devido a ele, Fernando Henrique junto com outros presidentes e ex-presidentes admitirem que falharam no combate ao tráfico de drogas.
Mas o que dizer dessa livre comercialização aqui no Brasil, onde o índice de crimes ligados direta ou indiretamente com o uso de drogas, são alarmantes, tornando o Brasil no ranck de o terceiro país com o maior de violência e consumo de drogas? Seria possível minar a figura do traficante, visto que ele deixaria de ser pessoa principal a comercializar a maconha, mas que também vende outras drogas, ainda mais nocivas como a cocaína e o craque? Estimá-se que mais de 250 milhões de pessoas são usuários de drogas, começando sempre pela maconha e depois partindo para as demais drogas mais pesadas. A Secretária de Segurança Pública de todo o país registra que mais de 80% dos crimes está ligados ao uso de drogas como o caso chocante do ex-universitário Gustavo de Macedo Napolitano de 22 anos, que em novembro de 2002, matou a própria avó de 73 anos e sua empregada doméstica a facadas porque ela se negou a dar dinheiro para ele comprar drogas. Outro caso em 2008 foi do neto de 20 que matou a avó de 81 anos porque ela não aceitava o envolvimento dele com as drogas. Pergunta-se porque descriminar a maconha que torna seu dependente uma pessoa psicótica, incapaz de reconhecer o afeto de seus entes queridos e o faz cometer crimes ediondos? Porquê Fernando Henrique aprova a descrminação das drogas se ele mesmo afirma em seu vídeo, O Tabu, que usuários de drogas desejam deixar o vício por fazerem mau a sí como a sua família?
Diante de tais fatos, como dizer que a maconha é uma droga de efeito leve se o “prazer” momentâneo que ela passa para o usuário o torna dependente e o leva a esperimentar drogas mais pesadas e de efeitos ainda mais avaçalador? Como dizer que a maconha é uma droga de dependência leve, se ela torna seu usuário inerte, aponto de abandonar o emprego, as saídas com os amigos, os eventos familiares e depois cometer crimes de natureza hedionda para sustentar seu vício? As pessoas fazem escolhas e a única chance de escolha é a primeira antes de fazer o primeiro contato com as drogas. Depois desse primeiro contato, perde-se o direito de escolha por ficarem prisioneiras pelo resto de suas vidas, e ainda que deixem de serem usuários, os dependentes químicos é um eterno prisioneiro, lidando diariamente com uma ádua luta para não voltar a consumir drogas, sejam as legais como o fumo de cigarros e consumo de bebidas alcoólicas, como as ilícitas. A discursão para descriminar o uso da maconha tem como militantes, usuários que não pararam para analizar que a maconha é a porta de entrada para as demais drogas, que diga-se de passagem, são as mais pesadas, com efeitos ainda mais destrutivos e de dependência mais acelerada, dependência essa que leva o indivíduo a cometer crimes antes por eles, inpensáveis. Deixa-se de pensar nos efeitos destrutivos também às famílias que também são afetadas e vivem as tormentas de ficarem prisioneiras de sofrerem por verem a degradação de seu parente dependente químico, do eterno medo de suas reações agressivas que passam a ter depois que se tornam viciados, do misto de sentimentos de culpa, pena e raiva; das inúmeras financeiras quando passam a ser roubados diariamente pelos dependente químicos; da tristeza e da expectativa de ficarem sem notícias de seu familiar que ficam dias até meses sem dá notícias, quando não ficam na expectatica de receberem a notícia de estão mortos por taficantes ou por hoverdose.
Vale-se perguntar: se com a restrição do uso da maconha o índice de crimes associados ao consumo de drogas são alarmantes, o quanto não vai aumentar depois de sua liberação? Descriminando o uso da maconha ao desejo dos usuários com suas marchas e propagadas, não devemos esperar que num futuro próximo, o governo libere também o uso do craque, cocaína, dentre outras ainda mais nocivas? Por que lutar para descriminar a maconha baseados em pesquisas realizadas em países de culturas, históricos de violência e de estruturação de política segurança pública e de saúde tão diferentes da realidade que se encontra no Brasil? Por quê não perguntar o que pensam os familiares dos dependentes químicos que tem suas vidas devastadas tanto quanto de seu familiar viciado e que não encontra serviços de apoio no SUS (Sistema Ùnico de Saúde)?
Marchar em prol do uso liberado da maconha onde reune milhões de pessoas, por marcha. Enquanto uma marcha realizada em São Paulo contra a descriminação da maconho só reuniu 850 pessoas. Pergunte-se: em qual dos grupos eu me enquadro? Em quais exeplos quero me encontrar no futuro: de um usuário eternamente dependente sem o direito de escolha, inclusive da escolha a não usá-la mais, destruindo a paz psicológioca e física de minha família, ou quero me encontrar no grupo daqueles que se mantém no controle da sua vida, que vive a paz e a liberdade de fazer escolhas, de ser bem quisto pelas pessoas e que sabe que uma vez esperimentando, o risco de ficar prisioneiro a esse mal do século será por tempo indefinido? É válido comparar as drogas em geral, sejam as ilícitas e lícitas, com um vírus mortal que quando se instala na corrente sanguínea de uma pessoa, provoca falências em todos os órgãos, de forma gradativa e muito sofrida, destruindo tanto o doente como a sua família.
Links de Grupos de Apoio:
Amor Exigente http://www.amorexigente.org.br/
Grupos Familiares Al-Anon http://www.al-anon.org.br/
Alcoólicos Anônimos http://www.alcoolicosanonimos.org.br/
Narcóticos Anônimos http://www.na.org.br/portal/
domingo, 17 de julho de 2011
A queda dos titãs - Brasil e Argentina.

segunda-feira, 4 de julho de 2011
O que está por trás do asilo político concedido a Cesare Battisti pelo governo brasileiro?

Qual è l'interesse del governo brasiliano nel concedere asilo politico a Cesare Battisti?

quinta-feira, 7 de abril de 2011
Violência descabida - Massacre em Realengo
Um misto de insanidade e maus exemplos levaram um jovem de 24 anos a cometer o ummassacre na Escola Municipal Tassio Silveira no bairro do Relengo (RJ), ceifando a vida de 11 crianças entre 12 e 14 anos, em sua maioria meninas e um menino, e outros 17 alunos estão internados com ferimentos a balas, 4 destes em estado grave correndo risco de morte.Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, ex-aluno, seguiu hoje pela manhã à instituição de ensino, justificando fazer uma palestra de ex-alunos devido ao aniversário de 40 anos da escola. O assassino munido de duas armas de fogo, uma 32 e outra 38 e muita munição, subiu até o segundo andar, entrou em uma sala e efetuou os tiros nos alunos das duas turmas do 8º ano, antiga 7º série, e começou alvejando os alunos que se sentavam nas primeiras carteiras, levando a crer que lhe facilitou os tiros mortais nas cabeças e tórax. Pessoas que moram próximo à escola ouviram os tiros, mas pensaram que eram fogos de artifícios, quando foram surpreendidos com as crianças saindo correndo pedindo socorro, algumas já baleadas. Um dos alunos baleado foi em busca de socorro e deu de encontro com a polícia que fazia uma ocorrência próximo ao local e que correram para a escola. Enquanto isso, o assassino, atiravam em suas vítimas e com a agilidade de um perito em armas de fogo, trocava de munição em segundos par efetuar mais tiros. Numa troca de munição destas, seguindo para o terceiro andar, que o policial militar o imobilizou com um tiro na perna e que o levou a suicidar-se. O Bairro ficou em estado de choque diante de tanto horror com a saída de alunos aterrorizados e pais desesperados atrás de notícias de seus filhos e se dirigindo aos hospitais. A lista com os nomes das vítimas fatais já foi divulgada à imprensa e familiares. A presidente Dilma Housseff decretou luto oficial de três em um discurso emocionado e a Ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário irá visitar os familiares das vítimas e as crianças hospitalizadas.
Perfil do assassino
Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, é o caçula de cinco irmãos. Menino introvertido, aluno de conduta exemplar, se manteve o mais reservado possível em seu bairro com os vizinhos, assim como no trabalho, onde trabalhava como auxiliar de almoxarifado em uma empresa de alimentos. Segundo um de seus irmãos mais velhos, ele tinha uma conduta estranha desde muito novo, e depois da morte de seu pai a cinco anos e da mãe a dois anos, ele piorou se isolando, deixando a barba crescer e indo viver numa casa deixada de herança por seu pai. Seus irmão preocupados com alguns comentários em relação ao desejo de derrubar um avião e coisas dessa natureza, resolveram analizar o que tanto o entretia no computador, e tudo o que encontraram foram artigos sobre armas de fogo, o que levou alguns peritos em armas explicar sua desenvoltura ao manejar as duas armas, as munições e o carregador de munição que munia as armas com seis balas de uma só vez. Dias antes da tragédia, ele fora visto sentando em frente à escola, analizando cada detalhe, e com certeza, visualizando toda a cena que hoje acontecera. Já foi analisado por agentes da polícia que estão tabalhando no caso, se ele sofreu na escola algum tipo de abuso na infância como o bullying, principal justificativa em outros massacres dessa natureza em outros países, todos cometidos em colégios, em especial, os norte-americanos. Antes de sair para cometer o atentado, ele havia destruído tudo o que revelasse o real motivo que o levou a fazer tudo isso na manhã de 7 de abril.
O assassinou deixou uma carta, o qual não explicou os moticos que o levaram a cometer tamanha atrocidade, mas deixando orientações de como queria seu funeral, dando a entender conduta islã (ainda que não comprovado sua associação com o islamismo) e sua percepção de como observava a conduta moral das vítimas. Antes de abrir fogo contra suas vítimas, ele deixou uma mochila com um cobertor branco, que segundo ele, deveria enrolar seu corpo por pessoas usando luvas por não serem impuras para tocar em seu corpo. Em sua carta também havia um pedido para os seus “irmanados na fé” orassem por sua alma diante de Deus pelo seu ato homicida. Sendo assim, tudo leva a crer que sua inteção após os homicídios, seria o suicídio, que ocorreu assim que foi alvejado pelo policial militar. Wellington é retratado como psicopata pela sua frieza e destreza ao cometer os crimes. A própria carta que ele deixou demonstra que ele via motivos para cometer tal atrocidade. A própria família relata que ele já havia se tratado com psiquiatra por seu comportamento estranho, e tudo indica que ele camuflou suas intenções para, por fim, executar os crimes matando 11 crianças e ferindo 17.
Análise dos acontecimentos
O que se discute no momento é a política segurança nas escolas e a política de desarmamento, que ainda não coibiu o uso ilegal de armas de fogo. A polícia investiga como Wellington conseguiu as armas, como fez o treinamento e todo seu ideal de cunho religioso. Psiquiátras afirmam que pessoas com comportamento reclusos e antisociais desde criança, não é normal e devem ser acompanhadas pela supervisão de membros da familia, e se constatado isolamentos, seguidos de posturas contrária aos valores no qual foi criado, evitando diálogos sobre seus sonhos e desejos, devem ser submetidos a tratamentos psicológicos.
