domingo, 23 de novembro de 2014
Ele é Juiz, mas não é deus
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Mondiale 2014 - Brasiliano orgoglioso di cosa?
Testo traddoto da Roberto Breccia.
sábado, 14 de junho de 2014
Copa do Mundo de 2014 - Brasileiro com orgulho de quê?
domingo, 7 de abril de 2013
PSICOPATIA - As inúmeras faces de um psicopata
Como diagnosticar a Psicopatia? Será que há tratamento? Psicopatia, também conhecido como, sociopatia, está classificado no CDI (Classificação Internacional de Doenças) como Transtorno de Personalidade Dissocial, caracterizado por desvio de conduta às normas sociais. Alguns são os fatores que desencadeiam estes distúrbios, tais como violência infantil, abuso sexual, agressão verbal, baixa auto-estima, isso associado as disfunções cerebrais, biológicas e predisposição genética. Um exemplo disto são os homicidas em séries, também conhecidos como serial killers, que determina um modelo para seus crimes, copiando características peculiares a partir de seu primeiro crime. Para tais crimes, ele tem uma justificativa para seus atos, tornando-os insensíveis, perversos, anulando-os de qualquer tipo de culpa e/ou remoço. Não há limites de tempo para seus atos, somente determinando o fim ao serem pegos ou mortos.
Um dos casos mais chocantes de psicopatia no Brasil é o caso de Suzane Richthofen mentora do homicídios de seus pais, Manfred Albert e Marísia Von Richthofen, que como demonstrou as investigações, manipulou os irmãos, Daniel, na época namorado e o cunhado Christian Cravinhos a cometerem os assassinatos de forma cruel, simulou sofrimento durante o enterro e após serem descobertos, demonstrou grande frieza ao descrever toda a trama. Mas o ato de manipulação característico da psicopatia ficou evidente em 5 de abril de 2006 com a veiculação de uma entrevista concedida ao programa Fantástico onde Suzane, respondendo pelo crime em liberdade, apareceu junto a seu advogado e tutor Denivaldo Barni, longe de ser a Suzane que sempre foi e que todos a conheciam, trajada com roupas infantis, voz de infantil fazendo carinho a um pássaro, como uma menina indefesa. Quando o repórter perguntou o que ela sentia pelo seu já ex-namorado Daniel Cravinho, ela como uma criança de 4 anos respondeu: "Muito ódio. Muito, muito, muito. Demais. Ele destruiu minha família, ele destruiu tudo, tudo, tudo o que eu tinha de mais precioso ele tirou de mim. O que eu tinha de mais precioso...". Dada a inteligência e conhecimentos de Suzane, ficou mais que claro quão manipuladora ela é e até onde pode ir para induzir outros a pensarem sobre sua inocência. Sem que eles, ela e seu advogado percebessem, o programa flagrou ele a orientando como deveria falar e se comportar diante das câmeras, a aconselhando, inclusive, fingir choro. Após a exibição das imagens, ela foi presa, porque ficou subententido que ela poderia influenciar e atrapalhar o julgamento. E com todo esse histórico, ela junto com os irmãos Cravinhos foram condenados, sendo ela condenada a 39 anos e seis meses de reclusão e onde desde então, está psicopaticamente, simulando bom comportamento diante de outras detentas com sua maneira dócil e gentil de ser, assim como prestando serviços educacionais como professora de iglês, visando reduzir a pena e ser bem quista diante da sociedade.
terça-feira, 19 de março de 2013
MITOMANIA - O que é e como deve ser tratado?
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Hidrelétrica Belo Monte - Devastação Socioambiental
"O que mais surpreende é o homem, pois perde saúde para juntar dinheiro, depois perde dinheiro para recuperar a saúde. Vive pensando ansiosamente no futuro, de tal forma que acaba por não viver nem o presente, nem o futuro. Vive como se nunca fosse morrer e morre como se nunca tivesse vivido." (Dalai Lama)
domingo, 13 de maio de 2012
Alexandre Pires acusado de racismo - O que se ver, Gorila ou Unicórnio?
terça-feira, 1 de maio de 2012
NOVO CÓDIGO FLORESTAL- Quem será beneficiado e quem será prejudicado?
Há quem alegue que com estas novas medidas, salva culturas agrícolas ameaçadas, caso os agricultores sejam obrigados a replantar as áreas que devem ser reflorestada às margens do rio, e salientam que isso causaria o encarecimento de nossos produtos agrícolas. Vale ressaltar que tais alegações, não tem se quer, embasamento científico. No entanto, nada foi dito sobre os impactos causados, há anos, por essas atividades ilegais e irresponsáveis à conivência da lei. Outra coisa a ser levada em consideração é que muitos que aprovaram estes novos artigos são proprietários que praticam tais atos ilícitos e/ou que tem familiares nesse ramos e em tais propriedades.
Antes a presidenta Dilma autorizou uma das maiores catástrofes ambientais no Brasil, autorizando construção do Belo Monte, que de belo não tem nada, visto que irá desequilibrar toda a fauna e flora, despovoando mais de 40 mil índios de suas terras e porque não dizer, aniquilando sua cultura. Sendo assim, não será de grande surpresa se a presidenta Dilma sancionar o novo Código Florestal e mais uma vez, desfizer o que fora proposto por ela com a não anistia para estes crimes ambientais, a redução de áreas de preservação como negar incentivo para tais práticas criminosas. Nas eleições para presidente, o PT trouxe a proposta de preservar ao máximo o meio ambiente e nossos recursos naturais, antes mal explorados por governos anteriores, criando inclusive o PT Ambiental. Hoje, o que se observa da presidência é a preferência pela minoria capitalista e preterindo a maioria prejudicada por toda essa devastação ambiental. Vale ressaltar que a maioria citada são todos que os habitantes desse planeta, pelas próximas gerações.
Esperamos que a presidenta Dilma Rousseff tenha consciência e vete esse código é caracterizado como um retrocesso a Legislação Ambiental do Brasil, que deveria ser referência sobre a preservação do meio ambiente, está dando o maior mal exemplo, se colocando como um dos países que estão levando em consideração os interesses econômicos de uns em detrimento do bem estar ambiental e da nação.
domingo, 25 de setembro de 2011
Cesare Battisti - Madre Italia, Padre Brasile
Cesare Battisti - Mãe Itália, Pai Brasil
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Drogas - Por quê descriminá-las?
Está-se discutindo a legalização do uso da maconha, e dos adeptos a legalização está o líder do PT na câmara dos deputados, Paulo Texeira, assim como o ex-presidente da república Fernando Henrique Cardoso que em entrevista recente ao programa Fantástico se colocou que a a favor da descriminalização do uso de drogas e da legalização do uso da maconha, colocando como benéfica tanto para os usuários como para o próprio governo, a bem dizer, o poder de segurança pública. Segundo o ex-presidente, ele próprio fez uma pesquisa de campo em países europeus como na Holanda, onde a maconha é vendida e consumida livremente com o controle rígido do governo.
Fernando Henrique, dentre outros militantes à descriminalização da maconha, acreditam que regularizando seu uso, haverá maior controle de onde seria comercializado, por quem seria comercializado e o seu consumo. Vale lembrar que a pouco mais de um ano, o Brasil alternou a penalização de prisão para penas alternativas para o usuário, e que pequenos traficantes, tentam fazer uso desse artigo para fugirem da punição criminal. O que está sendo ressaltado é onde será vendido com o controle do geverno, que em vez de serem por traficantes, seria por meras tabacarias, tentando minar a figura do traficante e minar o interesse dos jovens e adolescentes, haja vistonão ser mais proibido. Mas esta lógica se deu, devido a ele, Fernando Henrique junto com outros presidentes e ex-presidentes admitirem que falharam no combate ao tráfico de drogas.
Mas o que dizer dessa livre comercialização aqui no Brasil, onde o índice de crimes ligados direta ou indiretamente com o uso de drogas, são alarmantes, tornando o Brasil no ranck de o terceiro país com o maior de violência e consumo de drogas? Seria possível minar a figura do traficante, visto que ele deixaria de ser pessoa principal a comercializar a maconha, mas que também vende outras drogas, ainda mais nocivas como a cocaína e o craque? Estimá-se que mais de 250 milhões de pessoas são usuários de drogas, começando sempre pela maconha e depois partindo para as demais drogas mais pesadas. A Secretária de Segurança Pública de todo o país registra que mais de 80% dos crimes está ligados ao uso de drogas como o caso chocante do ex-universitário Gustavo de Macedo Napolitano de 22 anos, que em novembro de 2002, matou a própria avó de 73 anos e sua empregada doméstica a facadas porque ela se negou a dar dinheiro para ele comprar drogas. Outro caso em 2008 foi do neto de 20 que matou a avó de 81 anos porque ela não aceitava o envolvimento dele com as drogas. Pergunta-se porque descriminar a maconha que torna seu dependente uma pessoa psicótica, incapaz de reconhecer o afeto de seus entes queridos e o faz cometer crimes ediondos? Porquê Fernando Henrique aprova a descrminação das drogas se ele mesmo afirma em seu vídeo, O Tabu, que usuários de drogas desejam deixar o vício por fazerem mau a sí como a sua família?
Diante de tais fatos, como dizer que a maconha é uma droga de efeito leve se o “prazer” momentâneo que ela passa para o usuário o torna dependente e o leva a esperimentar drogas mais pesadas e de efeitos ainda mais avaçalador? Como dizer que a maconha é uma droga de dependência leve, se ela torna seu usuário inerte, aponto de abandonar o emprego, as saídas com os amigos, os eventos familiares e depois cometer crimes de natureza hedionda para sustentar seu vício? As pessoas fazem escolhas e a única chance de escolha é a primeira antes de fazer o primeiro contato com as drogas. Depois desse primeiro contato, perde-se o direito de escolha por ficarem prisioneiras pelo resto de suas vidas, e ainda que deixem de serem usuários, os dependentes químicos é um eterno prisioneiro, lidando diariamente com uma ádua luta para não voltar a consumir drogas, sejam as legais como o fumo de cigarros e consumo de bebidas alcoólicas, como as ilícitas. A discursão para descriminar o uso da maconha tem como militantes, usuários que não pararam para analizar que a maconha é a porta de entrada para as demais drogas, que diga-se de passagem, são as mais pesadas, com efeitos ainda mais destrutivos e de dependência mais acelerada, dependência essa que leva o indivíduo a cometer crimes antes por eles, inpensáveis. Deixa-se de pensar nos efeitos destrutivos também às famílias que também são afetadas e vivem as tormentas de ficarem prisioneiras de sofrerem por verem a degradação de seu parente dependente químico, do eterno medo de suas reações agressivas que passam a ter depois que se tornam viciados, do misto de sentimentos de culpa, pena e raiva; das inúmeras financeiras quando passam a ser roubados diariamente pelos dependente químicos; da tristeza e da expectativa de ficarem sem notícias de seu familiar que ficam dias até meses sem dá notícias, quando não ficam na expectatica de receberem a notícia de estão mortos por taficantes ou por hoverdose.
Vale-se perguntar: se com a restrição do uso da maconha o índice de crimes associados ao consumo de drogas são alarmantes, o quanto não vai aumentar depois de sua liberação? Descriminando o uso da maconha ao desejo dos usuários com suas marchas e propagadas, não devemos esperar que num futuro próximo, o governo libere também o uso do craque, cocaína, dentre outras ainda mais nocivas? Por que lutar para descriminar a maconha baseados em pesquisas realizadas em países de culturas, históricos de violência e de estruturação de política segurança pública e de saúde tão diferentes da realidade que se encontra no Brasil? Por quê não perguntar o que pensam os familiares dos dependentes químicos que tem suas vidas devastadas tanto quanto de seu familiar viciado e que não encontra serviços de apoio no SUS (Sistema Ùnico de Saúde)?
Marchar em prol do uso liberado da maconha onde reune milhões de pessoas, por marcha. Enquanto uma marcha realizada em São Paulo contra a descriminação da maconho só reuniu 850 pessoas. Pergunte-se: em qual dos grupos eu me enquadro? Em quais exeplos quero me encontrar no futuro: de um usuário eternamente dependente sem o direito de escolha, inclusive da escolha a não usá-la mais, destruindo a paz psicológioca e física de minha família, ou quero me encontrar no grupo daqueles que se mantém no controle da sua vida, que vive a paz e a liberdade de fazer escolhas, de ser bem quisto pelas pessoas e que sabe que uma vez esperimentando, o risco de ficar prisioneiro a esse mal do século será por tempo indefinido? É válido comparar as drogas em geral, sejam as ilícitas e lícitas, com um vírus mortal que quando se instala na corrente sanguínea de uma pessoa, provoca falências em todos os órgãos, de forma gradativa e muito sofrida, destruindo tanto o doente como a sua família.
Links de Grupos de Apoio:
Amor Exigente http://www.amorexigente.org.br/
Grupos Familiares Al-Anon http://www.al-anon.org.br/
Alcoólicos Anônimos http://www.alcoolicosanonimos.org.br/
Narcóticos Anônimos http://www.na.org.br/portal/
domingo, 17 de julho de 2011
A queda dos titãs - Brasil e Argentina.

segunda-feira, 4 de julho de 2011
O que está por trás do asilo político concedido a Cesare Battisti pelo governo brasileiro?

Qual è l'interesse del governo brasiliano nel concedere asilo politico a Cesare Battisti?







